Segurança vai além do Antivirus…

5 conquistas para platinar a Segurança da Informação

Proteger as informações de uma organização vai muito além de antivírus e firewall: são as medidas adotadas para a manutenção da integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados que, na prática, fazem a diferença.

A Segurança da Informação, SI, envolve a implementação de políticas, procedimentos e tecnologias para proteger os sistemas contra os mais diversos tipos de ameaças cibernéticas, como acessos não autorizados, falhas de segurança dos sistemas utilizados e até desastres naturais, e seu principal objetivo é assegurar que apenas pessoas autorizadas tenham acesso seguro às informações, e que estas estejam bem protegidas contra perdas, danos, roubo ou alterações não autorizadas.

Para explicar mais sobre esse universo quase infinito, elegemos 5 pontos que consideramos essenciais quando falamos sobre S.I.:

1. Segurança de Identidade

Apesar de óbvio, garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a sistemas e dados é essencial é mais complexo do que parece, e o arsenal de ferramentas para este fim é imenso.

Hoje, o principal aliado do profissional de S.I. quando falamos de identidade é o IAM (Gerenciador de Identidades e Acessos), que controla quem tem permissão para acessar os recursos da empresa, e define quem é quem na estrutura corporativa. Com um IAM bem configurado, pode-se estabelecer uma política de Single Sign-On (SSO), permitindo que os usuários tenham acesso aos sistemas que precisam com uma única autenticação. Nesta estrutura, o Controle de Grupos é fundamental, e é o que garante agilidade e precisão na atribuição de permissões com base em funções.

O protocolo principal neste jogo é o SAML 2, estabelecido como padrão desde 2005. Ele é um protocolo de autenticação que garante a segurança das transações online, enquanto o LDAP (Protocolo de Acesso a Diretório Leve) e o RADIUS (Serviço de Identificação, Autenticação, Autorização e Contabilidade), também muito utilizados, são comuns para autenticação e autorização em sistemas legado e redes wi-fi.

Juntas, essas tecnologias e práticas garantem que a identidade digital de uma pessoa ou sistema seja protegida e gerenciada de forma eficaz.

2. Princípio do Privilégio Mínimo

Esta é uma abordagem de segurança que modula privilégios de acesso aos sistemas e dados da empresa. Através dele, o departamento de S.I. garante que os usuários possam fazer apenas aquilo que precisam não apenas em seus computadores, mas também nas ferramentas que utilizam para o seu trabalho.

Essa prática reduz agressivamente o risco de violações de segurança, limitando a incidência de atividades maliciosas, mas não é tarefa simples e exige planejamento e preparação da equipe de tecnologia, e um alinhamento com toda a empresa para evitar desconforto.

Ferramentas como o JumpCloud oferecem soluções práticas como o Temporary Elevated Access, que provê elevação temporária das permissões de acesso para finalidades específicas, e escreve logs de tudo o que é feito durante o período de acesso elevado. Porém, se o negócio precisa de um controle mais específico de privilégios, serão necessárias ferramentas de controle adicionais e configurações complexas em sistema operacional, ou até mesmo desenvolvimento de tecnologias próprias, para que se atinjam os objetivos.

3. Gestão de Dispositivos

A gestão de dispositivos é crucial para empresas que buscam segurança e procuram garantir o bom funcionamento de sua infraestrutura tecnológica.

Através de soluções de MDM (Gestão de Dispositivos Móveis), é possível mapear, monitorar e controlar remotamente dispositivos como smartphones, tablets e computadores conectados através da internet, e implementar políticas de segurança, como a criptografia de dados, backups automáticos e desativação de portas USB.

Além disso, a maioria das ferramentas de MDM permitem a realização de um inventário e monitoria de sistema em tempo real, facilitando a gestão dos dispositivos e garantindo agilidade na prevenção e correção de problemas.

4. Política de Confiança Zero

Zero Trust, ou Confiança Zero, é um processo cybersegurança que determina que nenhum usuário ou dispositivo é automaticamente confiável. Essa política visa proteger os recursos de uma organização ao restringir o acesso apenas a usuários e dispositivos baseando-se em uma série de parâmetros estabelecidos pela equipe de S.I., como endereço IP, país, grupo de usuários e conformidade do dispositivo.

Desta forma, a empresa limita não apenas quem pode acessar os recursos protegidos, mas quais as condições para a realização deste acesso.

5. ISO 27001

O ISO 27001 é um padrão internacional que estabelece os requisitos para um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) que, além de garantir a proteção de informações sensíveis, garante também a integridade, a confidencialidade e a disponibilidadedos serviços e informações.

Para conquistar a certificação, as organizações devem implementar todos os itens anteriores.

Não…não é tarefa fácil…mas não precisa ser um pesadelo!

A MacSolution está desde 2005 ajudando empresas de todo o Brasil a melhorarem seu nível de segurança da informação através de uma cultura de parceria com as equipes de TI e SI de cada empresa que atende, e podemos ajudar a sua empresa a chegar ao nível máximo neste jogo.